Fernanda Chemale

artístico

Desordem

Ophelia | Gisela Rodriguez
Ophelia | Gisela Rodriguez
Casulo | João Carlos Castanha
Dominadora | Dominique Luxor
Medusa | Kátia Suman
Minotauro | Pascal Berten
Medusa | Kátia Suman
Prometeu | Eduardo Bueno
Desordem, Prometeu
Guerreiro | Zé da Terreira
Guerreiro | Zé da Terreira
Louco | Wander Wildner
Louco | Wander Wildner
Di Prima | Clarice Nejar
StonEna | Ena Lautert
Alice | Rochele Zandavalli
Alice | Rochele Zandavalli
Cigana | Deborah Finocchiaro
Rayuela | Gica Beatnik e Wander Wildner
Ulisses e Penélope | Luiz Paulo Vasconcellos e Sandra Dani
Borge & Medeiros | Lauro Ramalho e Elison Couto
Arlequim | Edu K
Caperuchita Roja | Beatriz Borges
Chinaski | Otto Guerra
Prenda Negra | Heinz Limaverde
Barbie | Elisa Volpatto
Ophelia | Gisela Rodriguez
Ophelia | Gisela Rodriguez

http://projetodesordem.com

FotoRio | Exposição Ateliê da Imagem | Rio de Janeiro | 2015

Party em Foco | Portfolio em Foco | 2015

DESORDEM

Fernanda Chemale | fotografias

Gisela Rodriguez | poemas

 

Confesso, me sinto inadaptada

Nesta contemplação do descuido,

Onde cada amor não retribuído

Solene, beija a porta da razão,

Como o amante não desejado…

 

Trecho do Poema “Inspiro Expiro” de Gisela Rodriguez

 

“A fotografia de Fernanda dialoga com a poesia de Gisela, aberta em seus desfechos, livre em suas associações, numa atitude lúdica e cheia de imaginação. Para deleite do leitor e do espectador, seus olhares sempre são acompanhados por um leve ar libertador, um elemento emblemático de seu trabalho e que parece ser uma compreensão do momento atual: dedicar-se ao seu mundo com paixão e ironia.”   Titus Riedl, Curador e Pesquisador de Fotografia

 

Ophelia | Gisela Rodriguez | Casa da poeta (Vila Assunção)

Louco | Wander Wildner | Orla do Guaíba

Di Prima | Clarisse Nejar | Aeroclube do Rio Grande do Sul

Medusa | Kátia Suman | Praça Açorianos

Prometeu | Eduardo Bueno | Vila Flores

Borges & Medeiros | Lauro Ramalho e Elison Couto | Av. Borges de Medeiros

Cigana | Deborah Finocchiaro | Praça Júlio de Castilhos

Minotauro | Pascal Berten | Utopia e Luta

Guerreiro | Zé da Terreira (Dragão: Alexandre Fávero) | Viaduto da Conceição

Rayuela | Gica Beatnik e Wander Wildner | Viaduto Otávio Rocha

Alice | Rochele Zandavalli | Biblioteca Pública do Estado do RS

StonEna | Ena Lautert  (Concepção Alexandre Antunes) | Rua Cabral

Dominadora | Daniela de Paula (Dommenique Luxor) | De Marchi Pneus

Prenda Negra | Heinz Limaverde | Usina do Gasômetro

Barbie | Elisa Volpatto | Igreja Nossa Senhora das Dores

Casulo | João Carlos Castanha | SAFE Park Duque de Caxias

Chinaski | Otto Guerra | Av. Bento Gonçalves

Caperucita Roja | Beatriz Borges (grafitte JP Pax-Lídia Brancher) | Rua Lopo Gonçalves

Arlequim | Edu K | Parque de Diversões Zapt Zum

Ulisses e Penélope | Luiz Paulo Vasconcellos e Sandra Dani | Parque Farroupilha

 

 

Desordem

Minotauro com Pascal Berten

Casulo com João Carlos Castanha

Casulo com João Carlos Castanha

SourceURL:file://localhost/Users/fernanda/Documents/DOCUMENTOS%20DE%20TRABALHO_MAC%203/GIS/2015_gis/2015_01_Desordem/2015/divulga%C3%A7%C3%A3o/DESORDEM_Galeria%20Tina%20Zappoli.doc

 

Desordem, novo livro de fotografias de Fernanda Chemale e poemas de Gisela Rodriguez propõe uma narrativa simbólica do homem contemporâneo dentro de uma atmosfera atemporal de solitude e desordem. O resultado são relações entre passado, presente e futuro que enfatizam um plano suspenso, quimérico e fabuloso, oferecendo um retrato do cenário urbano de uma sociedade permeada por relações interpessoais falidas e interligadas por medos, imaginações, emoções e modos de vida. O livro, uma brochura de 144 páginas em formato 20×22, tem direção de produção de Liége Biasotto e Design Gráfico de Flávio Wild e foi realizado através do Financiamento Fumproarte, Fundo Municipal de Apoio à Cultura e à Produção Artística de Porto Alegre.

Os poemas de Gisela Rodriguez desafiam a ordem da existência humana e pessoal, assim como política e social, insinuando um protagonista oculto, um anti-herói em busca da liberdade que acredita ainda ser possível observando a sociedade ao redor e a “desordem” de sentimentos.

As imagens de Chemale são formadas por personagens arquétipos que representam um inconsciente coletivo histórico. Estão em vertigem nos espaços públicos de Porto Alegre evocando um universo dramático em contraponto ao discurso cotidiano e fragmentado da cidade.

A encenação contou com o talento de Daniel Lion (figurinos), Marco Fronckowiak (cenografia e assistência de direção), Juliane Senna (maquiagem), Carol de Góes (fotos de making of e versão para o inglês) e André Varela (assistente de produção).

O livro tem apresentação do escritor Paulo Scott e do curador e pesquisador de fotografia Titus Riedl. Conta ainda com as participações especiais de Alexandre Antunes, Alexandre Fávero, Eduardo Aigner, JP Pax e Lidia Brancher, Paul Azevedo.

Vinte cenas icônicas concebidas originalmente para as fotografias do livro Desordem estarão expostas na galeria Tina Zappoli, entre elas as imagens que contaram com a participação de Sandra Dani, Luiz Paulo Vasconcellos, Wander Wildner, Lauro Ramalho, Elison Couto, Ena Lautert, Beatriz Borges, Clarice Nejar, Elisa Volpatto, Heinz Limaverde, Kátia Suman, Deborah Finocchiaro, Eduardo Bueno, Pascal Berten, Zé da Terreira, Otto Guerra, Castanha, Dommenique Luxor, Rochele Zandavalli, Gica Beatnik e Edu K. Como imagem seminal, a poeta Gisela Rodriguez protagoniza “Ophelia”.

Sobre as artistas

Fernanda Chemale, fotógrafa e artista visual, vêm desenvolvendo projetos na vertente autoral e documental buscando no cotidiano os vestígios do homem urbano e apropriando-se de seus objetos, espaços e ações casuais. Na construção de suas imagens suprime a fronteira entre realidade e ficção e sugere possibilidades narrativas, desafiando o espectador a decifrar imagens. Propõe uma fotografia oculta, paradoxal e subversiva. Entre as series que desenvolveu destacam-se Terráqueos, Rock Luz Velocidade, Mendigos, Abstracto, Face, Tempo de Rock e Luz, ElefanteCidadeSerpente, Espaço de Conflito, A Rua Suspensa, Retratos Clássicos do Rock Gaúcho.

Suas obras estão nas coleções Pirelli/MASP de Fotografias do Museu de Arte de São Paulo, no Museu de Arte Contemporânea do Rio Grande do Sul, Museu do Homem do Nordeste, Fundación de Foto Y Cine Latinoaméricano de Paris e Museu dos Descobrimentos em Portugal. É professora de fotografia, ministrando os cursos de fotografia de espetáculo e retrato. Como curadora atuou nos projetos da Galeria de Fotografia Olho Nu, IFCH-UFRGS; no CD Lory F.Band; no livro comemorativo aos 150 anos do Theatro São Pedro; no livro Silêncio em Siena; em homenagens do Porto Alegre Em Cena e na exposição Sertões Nômades do VI Theória da FUNDAJ. Recentemente exibiu suas fotos no Teatro Solís em Montevidéu e apresentou “A Rua Suspensa” na Fotogaleira Virgílio Calegari em Porto Alegre, 2º Prêmio IEAVi de Artes Visuais.  Colaborou com a Fundação Joaquim Nabuco no projeto Nordestes Emergentes fotografando o Cariri com curadoria de Milton Guran e coordenação de Ciema Mello e desenvolveu a série Do Juazeiro ao Chuí fotografando o nordeste em trânsito no Rio de Janeiro para o VI Theória.

 

Gisela Rodriguez foi vocalista da banda punk-psicodélica Projeto Uivo, fazendo diversos shows durante sete anos pela capital e interior do RS. Roteiros e adaptações teatrais, além de poemas e contos, já faziam parte de sua rotina até que, em 2010, começou a participar de publicações em coletâneas e antologias de novos autores, e também a colaborar em sites e blogs literários. Seu primeiro romance Entre a Neve e o Deserto, foi lançado na sétima FestiPoa Literária, em maio de 2014. Formada em Teatro pela CAL(RJ), fez Extensão em Cinema na PUC(RS), Expressão Corporal “Physical Approach” na City Lit (Londres), curso de roteiro para cinema e televisão AlCtv – Academia Internacional de Cinema e TV(RJ) e cursos de aprimoramento na área do teatro-dança, expressão corporal, teatro antropológico e expressionista, entre outros. Criou um grupo de estudos e laboratórios teatrais que mais tarde transformou-se no Grupo Nômade, onde dirigiu, escreveu o roteiro e atuou.

 

Personagens e Artistas 

Ficha técnica

Concepção: Fernanda Chemale e Gisela Rodriguez

Fotografia e edição: Fernanda Chemale

Poemas: Gisela Rodriguez

Direção de produção e relações artísticas: Liége Biasotto

Design gráfico: Flávio Wild

Textos de apresentação: Titus Riedl e Paulo Scott

Curadoria das fotografias: Fernanda Chemale, Titus Riedl e Flávio Wild

Tradução e fotos de making of: Carol de Góes

Fotografias – criação coletiva Fernanda Chemale, Gisela Rodriguez, Liége Biasotto, Daniel Lion, Marco Fronckowiak e Juliane Senna

Figurinos: Daniel Lion

Cenografia e assistência de direção: Marco Fronckowiak

Maquiagem: Juliane Senna

Assistente de produção: André Varela

Vídeo: Rogério Brasil Ferrari

Assessoria de imprensa: Bebê Baumgarten – BD Divulgação

Participações especiais: Alexandre Antunes, Alexandre Fávero, Eduardo Aigner (making of e assessoria de imagem), JP Pax e Lidia Brancher (grafite), Paul Azevedo (cabelos)

Apoio: Galeria Tina Zappoli, Gráfica Odisséia, Enygma Filmes Brazil, GO IMAGE, Adolfo Lona Vinhos e Espumantes, Ateliê da Imagem, WildStudio

Realização: Cuco Produções e GIS Fotografias e Filmes

Financiamento: FUMPROARTE – Prefeitura Municipal de Porto Alegre

 

Sobre o livro Desordem

Fernanda Chemale e Gisela Rodriguez

R$ 60,00

ISBN 978-85-904319-3-0

Brochura | Impressão Colorida – Papel couchê fosco e pólen bold

Formato 20x22cm | 144pg. | Ano 2015

Texto de apresentação: Titus Riedl e Paulo Scott

Design gráfico: Flávio Wild

 

Mais informações: http://projetodesordem.com/

https://vimeo.com/122071153

 

 

Convite Desordem Canela

DESORDEM, livro fotografias  de Fernanda Chemale inspirado nos poemas de Gisela Rodriguez.

“A fotografia de Fernanda dialoga com a poesia de Gisela, aberta em seus desfechos, livre em suas associações, numa atitude lúdica e cheia de imaginação. Para deleite do leitor e do espectador, seus olhares sempre são acompanhados por um leve ar libertador, um elemento emblemático de seu trabalho e que parece ser uma compreensão do momento atual: dedicar-se ao seu mundo com paixão e ironia.”

Titus Riedl, Curador e Pesquisador de Fotografia

http://projetodesordem.com

CANELA FOTO WORKSHOPS

11 de abril |20h – Lançamento do Livro e Preview da Exposição

Espaço 273 | Rua Tenente Manoel Corrêa, 273 – Centro | Canela – RS

Saiba mais sobre as exposições

http://www.canelaworkshops.com.br/exposicoes

Catálogo

http://www.youblisher.com/p/1109288-Canela-Foto-Workshops-2015/

Retratos Clássicos do Rock Gaúcho

Edu K
Júpiter Maçã
Frank Jorge
Beto Bruno
Wander Wilnder
Tonho Crocco
Biba Meira
Márcio Petracco
Carlos Eduardo Miranda
King Jim

“Retratos Clássicos do Rock Gaúcho” é um inventário de cena rock Porto-alegrense, localizada no extremo sul do Brasil. São retratos de artistas que escrevem a história da música na cidade e estão ligados à evolução do rock no Sul do país. Aponta a resistência do circuito alternativo destes artistas onde sons e imagens dialogam, formando uma base para as ações coletivas e documentando uma época e uma tribo. É o testemunho dos laços poderosos que unem música, luz, rock e fotografia.

O Sentido Performático da Fotografia

“Se a representação humana na fotografia, desde sua invenção, sempre foi parte de uma cerimônia ritual que acompanhou a iconografia do retrato fotográfico, podemos dizer que a fotografia – como primeira arte verdadeiramente popular que alargou a possibilidade do ver-se em imagens - é, por excelência, uma arte performática. A história do rock também passa por um imaginário constituído por imagens fotográficas. O universo do rock e seus protagonistas são homenagens ao tempo presente através da memória do tempo passado e do sentido ritualístico que segue envolvendo este segmento da cultura contemporânea. Como na noção ancestral de festa na qual a musicalidade era elemento indispensável. É possível fazer o som virar imagem? Tal e qual o êxtase de Dali, nas silenciosas fotografias de Fernanda, somos convidados não a ouvir, mas a sentir a musicalidade que circunda os registros, pois estamos num espaço visual de transição. O que é o rock, senão vertigem, êxtase, inquietação, performance?”
Alexandre Santos, Historiador e Critico de Arte

“Retratos Clássicos do Rock Gaúcho” is an inventory of the rock scene in Porto Alegre, a city in southern Brazil. The portraits of artists who write the history of music in the city and are linked to the evolution of rock in the South. Points out the alternative circuit resistance of these artists where sounds and images dialogue, forming a basis for collective action and documenting a time and a tribe. It is the testimony of the powerful bonds that unite music, light rock and photography.

King Jim, Wander Wildner, Edu K, Beto Bruno, Biba Meira, Julia Barth, Plato Divorak, Márcio Petracco, Jimi Joe, Marcelo Fornasier, Bebeto Alves, Nenung, Cláudio Heinz, Nei Van Soria, Luis Henrique Tchê Gomes, Carlos Carneiro, Castor Daudt, Pedro Motta, Marcelo Gross, Tonho Crocco, Julio Reny, Flu, Carlos Eduardo Miranda, Frank Jorge, Hermes Aquino, Charles Master, Carlos Gerbase, Júpiter Maçã,

2012 – Paraty em Foco
2013 – 7º FestFotoPoa |  Estendal
2014 – Semana Rock do Sesc-RS
2016 – Encontros da Imagem, Solar Night of Projections

 

 

 

Espaço de Conflito

PINA BAUCH_für die kinder von gestern, heute und morg
Biño Sauitzvy
02_03_f3_04_2008_09_14_0225_15º Em Cena_Fausto_Margarita Ziemelyte_Teatra Meno Fortas_foto © Fernanda Chemale
03_12_b3_2007_09_15_7759_14º Porto Alegre Em Cena_Kagemi_Sankai Juku_foto © Fernanda Chemale
A Pedra do Reino_2007
A Pedra do Reino_2007
A Pedra do Reino_2007
11_c3_2007_09_14_7495_14º Porto Alegre Em Cena_La Divina_biño sauitzvy_foto © Fernanda Chemale
La Divina_biño sauitzvy_2007
Gisela Rodriguez e Urso da Silva
Bettina Müller
17_31_d2_2010_11_07_0226_Espaço de Conflito_Hotel Fuck_Luciana Rossi,  Jeffie Lopes e Denis Gosch_Santa Estação Cia de Teato_foto © Fernanda Chemale
16_22_f5_2007_09_12_6669_14º Porto Alegre Em Cena_Big in Bombay_Dorky Park_foto © Fernanda Chemale
Doroty Park
Alho Poró
12_c2_2008_09_12_0178_Margaridas Enlatadas_Caio F 60 Anos_Muriel Vieira_foto © Fernanda Chemale
10_18_e4_2008_09_03_0094_15º Em Cena_Os Persas_foto © Fernanda Chemale
Jeffie Lopes
Os Bandidos
A Comédia dos Erros
06_42_g4_2008_09_16_0047_Chalaça_A Peça_foto © Fernanda Chemale
O Grande Inquisidor

 

“O teatro acontece em nossas vidas da maneira mais visceral possível: no tempo presente. Depois fica a recordação inebriante que foi viver as cenas abrigadas naquele espetáculo, o espaço, a estória, e o conflito que aconteceu no palco e permanece na memória. Uma arte que existe no tempo que urge, na emoção inserida na representação, efêmera em sua modéstia. Isso é o teatro, a expressão da ficção no tempo real.”

Gisela Rodriguez

 

“ESPAÇO DE CONFLITO” exposição de fotografias de Fernanda Chemale inaugura no próximo dia 18 de setembro as 19:00h na Galeria dos Arcos na Usina do Gasômetro. São 20 imagens 37x56cm que reverenciam a cena teatral num recorte autoral sobre o êxtase da interpretação. Personagens em vertigem são o ponto de partida. Pequenos instantes e diferentes estados de energia revelam o universo dramático da simplicidade de uma ação. Embalados pela expressividade da criação são imagens perturbam e desequilibram. “Espaço de Conflito” esteve em versão ampliada no Teatro Solís em Montevidéu através de seleção do edital internacional do Centro de Fotografía de Montevideo, é também a série que deu os primeiros passos na concepção do próximo trabalho “Desordem” que sera lançado ainda este ano em formato de livro e exposição.

Exposição Espaço de Conflito

Local: Galeria do Arcos, Usina do Gasômetro

Av. Presidente João Goulart – térreo

Abertura: 18 de setembro de 2014 – as 19:00h

Visitação: de terça a domingos de 11h a 20h

Período: de 19 de setembro a 09 de novembro de 2014

51 3289.8133

Entrada Franca

Apoio Cultural: Go Image – www.goimage.com.br

 

http://www.fernandachemale.com.br/clientes/EspacoDeConflito/

http://cdf.montevideo.gub.uy/exposicion/espacio-de-conflicto

Contato para entrevistas: Fernanda Chemale – nandachemale@cpovo.netwww.fernandachemale.com.br

A Rua Suspensa

 

A Rua Suspensa
A Rua Suspensa
A Rua Suspensa
A Rua Suspensa
A Rua Suspensa
A Rua Suspensa
A Rua Suspensa
A Rua Suspensa

A RUA SUSPENSA

Fernanda Chemale

Fotografia – Instalação

15 x 21cm

 

2008 | 2011 | 2013

 

Este trabalho foi construído e concebido na Travessa Venezianos uma rua tombada no bairro Cidade Baixa em Porto Alegre onde as construções são datadas do início do século XX e mostram uma arquitetura muito simples. Seu valor histórico reside em constituírem um grupo intacto de habitações populares típicas de muitas cidades brasileiras.

As fachadas resumidas a uma porta e uma ou duas janelas foram fotografadas de modo formal com um tripé em dia de luz muito alta em ponto de vista repetitivo, buscando mostrar o modo como estão dispostas na rua, sendo pegadas umas às outras em fileira. Já o grupo humano que habita e freqüenta esta rua foi fotografado em suas ações cotidianas em horário solar mais ameno e com a câmera na mão, buscando participar desta convivência.

Estes elementos juntos, casas e pessoas propõe a representação da Travessa Venezianos e remetem a uma cantiga popular: “Se essa Rua fosse minha eu mandava ladrilhar com pedrinhas de brilhantes para o meu amor passar…” que compõe este espaço em um imaginário de cidade do interior inserido como que suspenso na metrópole.

 

As caixas suspensas à altura dos olhos são compostas por fotos capturadas em 2008 e 2011 trazendo em uma das faces as coloridas e festivas fachadas das casas da Travessa o no verso as imagens de seus moradores. Na instalação original são 14 caixas na dimensão 15cm x 21cm, com uma espessura de 5cm contendo imagens nos dois lados maiores. São dispostas em duas linhas paralelas que se distanciam uma da outra por um espaço de 1,5m e possuem um intervalo de 10cm entre cada uma das caixas, tendo esta instalação um total de  4 faces e 2 entradas,  simulando a idéia de uma rua por onde o espectador passa. As imagens desta rua são a arquitetura das casas. Em seu verso é exibido o lado humano.

A RUA SUSPENSA

Inspirado na Travessa Venezianos, uma rua tradicional de Porto Alegre no sul do Brasil e tombada pelo patrimônio histórico do município ”A Rua Suspensa” valoriza a arquitetura das fachadas pitorescas das casas, a vida de crianças brincando e a ação cotidiana das mulheres que se reúnem em frente à porta de casa. Em suma, a vida fluindo.

O imaginário de uma cidade do interior é representado por suas casas e habitantes inserido na metrópole. A Rua Suspensa afirma a poesia e o conforto de uma vida cotidiana, rotineira e tranqüila que está tão longe e tão perto das batidas monumentais de uma cidade grande ao mesmo tempo que afirma o exercício da memória.

 

A Rua Suspensa é uma instalação com

Na expansão da metrópole,
Encontra-se uma rua com o semblante do interior
Arquitetura: remete ao passado.
Calor humano: devolve o dia de hoje.
Nas casas, gerações de histórias.
Futuro, Novo, Passado e Antepassado.
Passagem do tempo.
Travessa no tempo.
Transformações,
internas e externas.
Viva e efervescente!

Vê nez i anos

 

 

 

Fotogaleria Virgilio Calegari – Casa de Cultura Mário Quintana
2º Prêmio IEAVi – Incentivo à Produção de Artes Visuais
10 de maio a 16 de junho
 
Fernanda Chemale lança A Rua Suspensa, instalação de fotografia e som inspirada na Travessa Venezianos, tradicional rua de Porto Alegre. O imaginário de uma cidade do interior representado por suas casas e pessoas revive na metrópole. A Rua Suspensa afirma a poesia da vida cotidiana simultaneamente próxima e distante da agitação de uma cidade grande. A autora recentemente exibiu suas fotos no Teatro Solís em Montevidéu. Inicia na produção de seu próximo livro Desordem, financiado pelo Fumproarte. É colaboradora do projeto Nordestes Emergentes desenvolvido pela Fundação Joaquim Nabuco. 
Nas fotos - Lais Luciane da Conceição, Ana Henrique, Vera Regina Gomes Martins, Clara Leiaine Santos, Brenda Alexia, Iandra Soares Ferreira, Evelyn Vieira Costa, Georgia Alexandra Soares Ferreira, Larissa Vieira Costa, Alisson Ferreira, Jackson Ferreira, Flávia Vieira Costa, Sisenando Costa, Carolina Vieira
Trilha - Captação de Som: Breno Ketzer Saul e Pedro Moreira Saul, Edição de Som: Kátia Costa
Montagem – Rodrigo Shalako
Iluminação: Breno Ketzer Saul
Direção de Arte – Marco Fronckowiak
Curadoria – Zoravia Bettiol
 
Serviço
A Rua Suspensa
instalação fotográfica de Fernanda Chemale
2º Prêmio IEAVi – Incentivo à Produção de Artes Visuais
Fotogaleria Virgilio Calegari
Casa de Cultura Mário Quintana
Rua dos Andradas, 736, 7º andar
Porto Alegre
Período: de 10 de maio a 16 de junho de 2013
Visitação 
- segunda das 9h às 21h
- de terça a sexta das 9h as 21h
- sábado e domingo das 12h às 21h
 
Fernanda Chemale
(51) 3225.7932 / 9999.7709
 
Instituto Estadual de Artes Visuais
(51) 3216.9913

Lori F.

Lori F_1991
LoriF_1991
FBand_1991
F Band_1991
Fband_1991
Fband_1991
FBand_1991
Fband_1991
Fband_1991
LoriF e EduK_1991
LoriF e Ze Natalio_1991
LoriF_1991
FBand_LoriF_1993
Tributo a LoriF_1996

Urban Space

010_2007_03_11_0020_o pipoqueiro do teatro_foto © Fernanda Chemale_web
No ônibus, Porto Alegre, 2006
Fórum Social Mundial
Atelier de Massas
Demolição
Cano
Travessa Venezianos

A Rua Suspensa

Travessa Venezianos
A rua suspensa, Casa Vermelha
A Rua Suspensa Placa Travessa dos Venezianos
pulando corda
Travessa Venezianos_A RUA SUSPENSA
Travessa Venezianos_A RUA SUSPENSA
Travessa Venezianos_A RUA SUSPENSA
Travessa Venezianos_A RUA SUSPENSA
Travessa Venezianos_A RUA SUSPENSA

CasaCor RS

Catedral
Rua do Lavradil
Caminito
Theatro São Pedro
A rua suspensa, Casa Vermelha
A Rua Suspensa Placa Travessa dos Venezianos

Tempo de Rock e Luz

TEMPO DE ROCK E LUZ
TEMPO DE ROCK E LUZ
TEMPO DE ROCK E LUZ
TEMPO DE ROCK E LUZ
TEMPO DE ROCK E LUZ
TEMPO DE ROCK E LUZ

ElefanteCidadeSerpente

Fiesta Casarão, Porto Alegre, 2005.
Ralo, São Paulo, 1996.
Astronauta, Porto Alegra, 1990.
Índio Africano, Rio de Janeiro, 1991.
Metal Caveira, Porto Alegre, 1991.
Boca da Garrafa, Montevideo, 1994.
Corrida, Porto Alegre, 2006.
Skate, Porto Alegre, 2006.
Passeantes
A Dama do Mar, Porto Alegre, 2004.
Cubatão, 1999.
Florianópolis, 2006.
Natal, Garopaba, 2006.
Auto Retrato, Arroio Teixeira, 2002.
Varal, Porto Alegre, 1992.
Stravaganza, Porto Alegre, 2005.

Nas coisas banais do meu cotidiano encontro as imagens de ElefanteCidadeSerpente. Procuro os vestígios do homem urbano e me aproprio de seus objetos e espaços. As situações se apresentam em ações óbvias e casuais.  Explorando vidas humanas, vejo o quanto o anonimato das grandes cidades é particular e como em meu subconsciente tudo se rompe. O que é interior passa a ser exterior, suprimindo a fronteira entre realidade e imaginação.  Construindo essas imagens evoquei outros mundos, sugestionando dimensões de realidade, muitas vezes enigmáticas. Neste ambiente, o espectador é desafiado a decifrá-las.
Fotografia oculta, paradoxal e subversiva.
O abstrato está sobre o figurativo.
O contexto, saturado.
O mundo real é transformado em virtual.             

FotoSeptiembre USA-SAFOTO

Fotograma 2009